sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Por quê torcer para um time de futebol?

Como o próprio título do post já diz, escreverei aqui as razões para torcer para um time de futebol, ou melhor, as razões pelas quais eu torço para um time, no meu caso, o São Paulo Futebol Clube.

Os jogadores ganham milhões e muitas vezes nem estão ligando para o Clube? Sim, grande parte.
Os Estádios são precários, não há estacionamento, você é assaltado por "guardadores de carro" que cobram 30 reais para "olhar" seu veículo, e quando você volta do jogo percebe que roubaram o som do seu carro? Sim, acontece, e muito.
O Estatuto do Torcedor raramente é respeitado? Verdade.
Você vai ao Estádio torcer para o seu time e se depara com uma briga entre torcidas, com a polícia jogando bomba de gás pra tudo quanto é lado? Acontece nos clássicos.

Então, por quê torcer para um time de futebol?

Primeiro, torcer para o São Paulo, no meu caso, é algo de família. Praticamente toda a minha família é são-paulina, é claro que existe aquele palmeirense perdido no meio, uns corinthianos aqui, outros ali... Mas a maioria é são-paulina. Então, assistir um jogo do São Paulo não é mais ver uma mera partida de futebol, mas sim realizar um "programa em família", com todos torcendo para um objetivo em comum: ver o São Paulo fazer gols, e muitos! Sim, jogadores chegam, jogadores saem. Mas nós sempre estamos ali, torcendo juntos para o sucesso do nosso time. Torcer para um time de futebol é algo passado de pais para filhos, claro que há exceções (e não faltam), mas essa "paixão" não morre com a gente, ela viverá nas próximas gerações, e é isso o que fascina muitas pessoas.

Segundo, o Clube sempre esteve presente em minha vida. Desde os meus 3 anos de idade eu freqüentava o São Paulo Futebol Clube, praticava esportes e fazia amigos. Lá organizavam eventos para as crianças irem visitar o CT, fui uma dessas felizardas e conheci muitos jogadores, um dos que me lembro de ter conhecido foi o Zetti. Freqüentei o SPFC assiduamente dos 3 aos 7 anos.

Terceiro, torcer para um time de futebol une pessoas e destrói barreiras. Seja pra tirar um sarro de quem torce pra outro time, ou pra elogiar/criticar com quem torce pro mesmo. Pessoas que eu nem conhecia já falaram para mim "Bonita camisa, ein!" ou "Que camisa feia!", desde motorista de ônibus à professores de faculdade. Levando tudo na esportiva, claro.

Quarto e último, você se torna pertencente a um grupo de torcedores. Seja o grupo dos vascaínos, ou dos corinthianos, ou dos são-paulinos.

Então, apesar da vontade dos empresários de ganhar dinheiro, dos jogadores trocarem cada vez mais de clube e dos torcedores sofrerem com a desorganização de certas empresas que comandam o futebol, vale a pena sim torcer para um time. As pessoas chegam e saem, mas o esporte fica.



quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Olivieiro Toscani

Decidi reativar esse blog há muito abandonado. E meu primeiro post aqui será sobre Olivieiro Toscani, um publicitário italiano que através de campanhas polêmicas e chamativas levou a marca United Colors of Benetton ao topo, na década de 90.

Toscani provoca, confunde e choca. Ora nos emociona com suas campanhas, ora as deixam insuportáveis de serem vistas. Por esse motivo, Toscani pode ser muito contraditório, sua publicidade não-convencional já foi alvo de inúmeras críticas e, ao mesmo tempo, elogios. Mas muitos concordam em uma coisa, a marca United Colors of Benetton deve grande parte de seu reconhecimento internacional à Olivieiro Toscani.

Para Toscani a publicidade deve ser realista, mostrar o mundo além de modelos bonitas, carros maravilhosos e famílias felizes. Tem que ser autêntica, denunciar as guerras e lutar contra o preconceito. À primeira vista parece que o publicitário italiano não está vendendo nenhum produto, porém foi justamente por tratar de temas polêmicos que a marca da Benetton foi falada por tanto tempo em jornais, revistas e no dia-a-dia das pessoas.

Abaixo coloco três peças polêmicas de Olivieiro Toscani.

Militar segurando um fêmur humano.


Mulher negra amamentando um bebê branco
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Foto de um cemitério de soldados mortos para protestar contra a Guerra do Golfo.



Quer saber mais?
Livro: "A Publicidade é um Cadáver que nos Sorri", Olivieiro Toscani. Editora Ediouro.
Site: http://www.olivierotoscani.com


quarta-feira, 6 de agosto de 2008

"Eu aprendi que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer."
William Shakespeare

"O maior erro que você pode cometer é o de ficar o tempo todo com medo de cometer algum."
William Shakespeare